Ansiedade – Você tem andado com ela?

Todos nós já tivemos a experiência de fazer uma viagem de longa duração ou, pelo menos, já experimentamos o poder da ansiedade em tornar um curto trajeto em minutos infinitamente longos. É incrível como a presença da ansiedade pode mudar todo o contexto da situação; se ela está ausente, longas caminhadas e até mesmo árduas estradas podem ser totalmente serenas, assim como pequenos passos em uma rua podem ser uma longa tortura quando estamos de braços dados com a ansiedade.

Tudo o que está bom pode perder a graça se a ansiedade der as caras. Tudo o que está difícil pode piorar se ela chegar sem avisar.

Enfim, a ansiedade nada mais é do que um ‘cara chato’, uma companhia indesejada e totalmente inconveniente.

E o pior de tudo é que somos nós os culpados pela presença dela! Assim como um intruso em nossa casa, cabe a nós tomar a palavra, abrir a porta e mandá-lo embora. Mas quem disse que nós conseguimos, não é mesmo?

Pelo contrário, nós preparamos a mesa, a convidamos para jantar e ainda oferecemos um cafezinho para desfrutar de mais alguns minutos em sua companhia.

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E qual a conversa preferida da ansiedade? Ela adora falar sobre os “e se” e nos encher de interrogações, geralmente nos questiona sobre assuntos que desconhecemos. Pois é, ela anseia por novidades das quais nem mesmo nós sabemos e é justamente neste ponto que a sua conversa se torna uma tortura.

Não interessa se a estrada que você está agora é curta ou longa, se você está desfrutando de dias bons ou dias maus, tudo o que a ansiedade quer é alterar a sua visão da presente situação e te apresentar a melhor amiga dela: a preocupação! Aquela que costuma vir após os “e se” e as perguntas sem respostas.

Depois de longos 3 anos na luta contra o câncer a ansiedade apareceu a mim em diversas situações. Na grande maioria das vezes ela aparecia apenas para dar o ar de sua graça e para me lembrar que estava apenas esperando um convite para estragar tudo. Como todo ser humano, a tentação foi grande para não chamá-la para um café.

Mas, tudo o que eu podia sentir era ,e é, uma paz tão grande; uma paz sustentada pela no Filho de Deus e sustentada pela confiança de que existe um grande PROPÓSITO. Um porquê por trás de todas as coisas! Tudo o que eu sempre precisei fazer foi DECIDIR em qual mão eu seguraria durante toda a caminha, se seria nas mãos da ansiedade ou se seria das mãos do próprio Deus, Ele que é a fonte de toda segurança, tranquilidade, confiança, fé e paz.

Tudo o que eu posso perder está na companhia da ansiedade, mas tudo o que eu posso ganhar está na companhia de Deus.

Cabe a nós escolhermos quais mãos iremos segurar…

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“Observem os corvos: não semeiam nem colhem, não têm armazéns nem celeiros; contudo, Deus os alimenta. E vocês têm muito mais valor do que as aves!
Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?
Visto que vocês não podem sequer fazer uma coisa tão pequena, por que se preocupar com o restante?”
Lucas 12:24-26

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